AS ÁGUAS – DE ONDE TUDO VEIO
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AS ÁGUAS – DE ONDE TUDO VEIO
Prelúdio
No princípio, criou Deus os céus e a terra. E a terra era
sem forma e vazia; e havia TREVAS sobre a face do abismo;
e o ESPÍRITO DE DEUS se movia sobre a face das ÁGUAS. [Gênesis1.1-2]
Dessa
passagem depreende-se que, no princípio, já eram estes três: DEUS, as TREVAS
[ausência da LUZ] e as ÁGUAS. Percebemos, também, que antes de Deus pronunciar o HAJA,
as águas já preenchiam o ABISMO.
Com esse início singelo, onde foram enfocadas três palavras, que são de grande importância para o entendimento da Criação, tu, interlocutor, já podes responder seguro e certo, que, antes da luz, as águas já existiam.
Assim,
quando alguém perguntar a ti qual foi a primeira coisa criada por Deus, não
respondas: a LUZ, pois, agora, já sabes [se é que já não o sabias] que as
ÁGUAS já eram, antes da criação da LUZ.
O que
se deve buscar saber é se essas águas foram criadas ou fazem parte da
própria essência de Deus.
Para adentrarmos a fundo em como essas águas juntamente com as trevas preenchiam O VAZIO, precisaremos entender qual a origem dessas águas. Como creio e como vejo nas Escrituras, as águas provêm do próprio Deus.
Vejamos as
seguintes passagens:
E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como
cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. [Apocalipse 22.1]
Também, Ezequiel 47.1-5:
Depois disto me fez voltar à porta da casa, e eis que saíam
águas por debaixo do umbral da casa para o oriente; porque a face da
casa dava para o oriente, e as águas desciam de debaixo, desde o lado direito
da casa, ao sul do altar.
E ele me fez sair pelo caminho da porta do norte, e me
fez dar uma volta pelo caminho de fora, até à porta exterior, pelo caminho que
dá para o oriente e eis que corriam as águas do lado direito.
E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um
cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas
que me davam pelos tornozelos.
E mediu mais mil côvados, e me fez passar pelas águas,
águas que me davam pelos joelhos; e outra vez mediu mil, e me fez
passar pelas águas que me davam pelos lombos.
E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia
atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam
passar a nado, rio pelo qual não se podia passar.
Essa
passagem de Ezequiel revela as águas que começaram a correr de dentro da Casa na qual a Glória de Deus entrara [Ez. 43.4].
Em outra passagem também temos:
Há um
rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do
Altíssimo. [Salmo 46.4]
O
Próprio Deus se refere a si como FONTE DE ÁGUA VIVA, como se vê:
O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a
mim, A FONTE DE ÁGUA VIVA; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas
rachadas que não retêm água. [Jr. 2.13]
Percebe, há um rio procedente do trono de Deus e do Cordeiro, é O RIO DA ÁGUA DA VIDA, cuja fonte é o próprio DEUS. O rio, hoje, procede do Trono devido ao fato de Deus está assentado no Trono, porém, no princípio, não havia céu nem Trono, por isso o Espírito de Deus pairava sobre as própria águas que dEle corria.
Esse rio jorrou pela eternidade pretérita e
jorrará por toda a eternidade futura e brota do Próprio Deus. Antes de tudo existir, esse rio já
jorrava. Esse rio não começou a jorrar após a Criação, mas já jorrava para a
eternidade.
Não há registro da criação das águas, mas há registro de sua presença, antes mesmo de toda a Criação, antes do “Haja Luz!”. Essas águas são, portanto, anteriores à Criação.
A narrativa não mente:
[...] e o ESPÍRITO DE DEUS se movia sobre a face DAS ÁGUAS.
Assim, a terra de hoje e tudo o que nela há, surgiram
das águas, o que pode ser depreendido do enunciado em 2 Pedro 3.5:
Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de
Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da
água e no meio da água subsiste.
Essas
águas, pelo que parece, fazem parte da essência do próprio Deus.
Trata-se
de uma verdadeira fonte de águas proveniente de Deus e que jorra para a vida
eterna e que também atua no plano espiritual:
Jesus
respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz:
Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria ÁGUA VIVA.
[...]
Mas
aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu
lhe der se fará nele uma FONTE DE ÁGUA QUE SALTE PARA A VIDA ETERNA.
[João 4.10;14]
No
plano, espiritual, essas águas representam o Próprio Espírito Santo e já correm
em nós espiritualmente:
Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água
viva correrão do seu ventre.
E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que
nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não
ter sido glorificado. [João 7.38-39]
Percebe que essas águas são
chamadas de ÁGUAS VIVAS, pois são águas que não param de correr.
As Águas, no Início
Voltando ao início da criação.
Havia, então, Deus, as Trevas [ausência da Luz] e as Águas [Vivas].
Essas
águas correram por toda eternidade anterior à criação. Assim, se Deus é ATEMPORAL
e ABESPACIAL, isto é, fora do tempo e do espaço, temos que por bilhões e
bilhões de evos, anteriores à Criação, as águas jorravam da parte de Deus.
Jorrou por tempo suficiente para o ESPÍRITO DE DEUS se mover [pairar] sobre
sua face.
A
palavra ÁGUAS [no plural] indica que as águas haviam se
multiplicado por todo o vazio, de modo omnidirecional, pois, por onde o
Espírito se movia, o rastro das águas ia se formando. Essas águas procediam do
próprio Espírito de Deus, como hoje Deus está assentado sobre seu trono, as
águas procedem do trono.
As
águas acompanham a fonte, e esta é o próprio Deus.
Mas
qual é o montante de água que jorra de Deus e que é suficiente para ocupar o
vazio. Não precisa de cálculo aritmético para se responder a esta questão, pois
não se chegará a um número descritível, mas basta cada um imaginar o tamanho de
Deus. Qual o tamanho de Deus para ti?
Tomando
a passagem de Ezequiel 47 como exemplo, temos que Deus entrou na Casa [templo?]
e, a partir de então, começaram a jorrar águas por debaixo do umbral da porta.
Se
olharmos o pouco período pelo qual Deus ficou na Casa citada, perceberemos que
esse pouco período foi suficiente para jorrar água em quantidade bastante para
não se conseguir atravessar a pé ou mesmo a nado, pois a quantidade jorrada tornara-se
em um RIO PELO QUAL NÃO SE PODIA PASSAR.
Se
nesse ínterim da visão de Ezequiel, que é nada comparado a um evo, o
jorramento foi o suficiente para se
formar um rio, imaginemos o tamanho do rio formado pelo jorramento por todas as
primeiras eternidades.
Águas Vivas
As
águas são vivas, pois são águas jorrantes, águas que jorram para a vida eterna,
ou seja, eternamente. Funcionam, para Deus, à semelhança de um VÉU DE NOIVA.
Imagine um véu de noiva de tamanho infinito, assim é o rio que procede de Deus,
funciona como um manancial em forma de véu, que vai aumentando, aumentando até
à eternidade. Esse ‘VÉU’ sempre acompanhou ao SENHOR.
As
águas são vivas, pois, além de DEUS, as TREVAS [ausência da LUZ]
e as ÁGUAS [jorrantes/vivas], havia também O MOVIMENTO - ... e o ESPÍRITO
DE DEUS se MOVIA sobre a face das ÁGUAS. Eram águas sobre as quais o
ESPÍRITO DE DEUS se movia.
Aos
inocentes, àqueles que se fizeram como criança, aos pequeninos de Deus posso
dizer que O ESPÍRITO DE DEUS “brincava com as águas”. Tu já viste alguém que
esteja em um rio e não brinque nele ou com ele?!
DIGRESSÃO
Pronto.
Viu-se que, antes do HAJA [do FIAT], havia DEUS, as TREVAS [ausência
da LUZ] e as ÁGUAS [jorrantes/vivas], sem se esquecer do MOVIMENTO.
Agora,
para entendermos a diferença entre as ÁGUAS ACIMA DA EXPANSÃO e as ÁGUAS
ABAIXO DA EXPANSÃO, precisamos falar da LUZ, do HAJA LUZ [do FIAT
LUX].
A LUZ, O COMEÇO DA CRIAÇÃO
A
LUZ inaugura a criação. Vimos que o
escritor enuncia que, no princípio, criou Deus os Céus e a Terra.
Esse
enunciado mostra que mesmo os Céus foram criados por Deus. Em que pese isso, as
Escrituras não detalham a criação dos Céus, mas nos dar indícios que serão
pontuados posteriormente. Voltemos, então, à LUZ e a como ela
fora criada.
A Informidade do O Vazio e As Trevas
A informidade do Vazio
E a terra era sem forma e vazia...
Não
temos como entender, como alguns, que a terra era DEFORMADA por causa da
queda de alguns seres celestiais. As escrituras não nos dão subsídios
suficientes para se sustentar essa aberrante narrativa.
Eles
se apoiam no termo CAOS, que, hoje, em nossa mente dá a ideia de algo
desorganizado e DEFORMADO, mas que, em verdade, em verdade, não significa nada
além de algo vazio.
Na verdade, em Hebraico [eu não sou falante do hebraico], parece que o termo [תֹהוּ וָבֹהוּ (to-hu va-vo-hu)] para definir “sem forma e vazia” está associado a um som onomatopeico, imitando aquilo que porventura poderia ser ouvido caso alguém estivesse lá quando ainda nada existia.
E qual som seria esse?
Acredito que o som de muitas águas movimentada pelo Espírito de Deus e propagado
através da vastidão tenebrosa. [olhai para a imagem acima e cada um faça
sua imaginação]
A
ideia de desorganização trazida por alguns teólogos , que acreditam ter
sido causada pela queda dos celestiais, traz o entendimento de que a terra já
estava formada, mas sofrera deformação decorrente dessa queda. Mas temos que entender que DEFORMAÇÃO
é diferente de SEM FORMAÇÃO.
No
começo era o vazio e a informidade [sem formação]. Então, porque a Terra ainda
não tia sido formada [sem forma] é que, também, era vazia. É uma relação de
causa e consequência, a vacuidade é consequência da informidade. Porque é sem
forma, também seu lugar é vazio.
Tudo
que existe tem forma e ocupa um espaço, o que não existe é sem forma, portanto,
vazio e sem espaço determinado.
Mas o vazio, aqui, não é a terra, pois a terra não foi feita vazia [Is. 45.18]. O vazio a que o escritor se refere é o lugar que a terra viria a ocupar futuramente, quando de sua criação.
O lugar hoje ocupado pela terra, no
princípio, era ocupado pelas águas, pelo Espírito de Deus e pela escuridão. O
local da terra não era encontrado, no princípio.
Quando o escritor está a narrar o fato, ele, também, o está vivenciando. Então, quando do momento da narração, a terra não está presente, não tinha sido formada, por isso não fora achado seu lugar, estava vazio. Por isso é que temos: E A TERRA ERA SEM FORMA E VAZIA.
Veja
a seguinte passagem:
E vi um grande trono branco, e o que estava assentado
sobre ele, de cuja presença fugiu a TERRA e o CÉU; e não se achou
lugar para eles. [Ap. 20.11]
Esse céu [o firmamento, o Universo dentro do qual está o planeta terra com sua atmosfera] deixarão de existir e, por isso, seu lugar não será mais achado, ficará vazio.
De mesmo modo era quando eles nem existiam, seu lugar
estava vazio.
Percebes,
leitor? Esse firmamento se desfará, junto com todos os astros, seu lugar não
será achado, será ocupado pelo porvir. Para melhor consulta sobre como e quando
o céu [firmamento/universo] será enrolado [extinguido], segue: 2Pe. 3.12;
Ap. 6.14; Hb. 1.12].
Um
dia adiante não haverá mais lugar para o presente firmamento nem para a terra,
pois aquilo que um dia foi expandido [Gn. 1.6], um dia também será enrolado e seu
lugar estará vazio como dantes, pois não mais será achado, ou melhor, será ocupado pelo novo. Assim também era o local
da terra [universo], antes de ser expandido, seu lugar estava ocupado pelas
águas.
Quando
o escritor [Moisés] fala “e a terra era sem forma e vazia” poderia dizê-lo de
outra forma, a saber: e a terra não existia [vazia], não tinha ainda forma delineada
[sem forma], pois seu lugar estava vazio.
Mas o
ABISMO em si, a vastidão, onde Deus habitava, juntamente com as águas e a
escuridão, não era vazio, pois lá estavam as águas, as trevas e O
Espírito de Deus se movimentando.
As Trevas
E havia TREVAS sobre a face do ABISMO
A
face do abismo é todo a vastidão tenebrosa. A palavra ABISMO denota algo SEM
FUNDO. Ou seja, aquilo que o escritor vislumbrou, quem sabe por
revelação divina, era a vastidão tenebrosa e infinita, sem limite,
sem borda ou delineamento.
É
fácil de se entender do porquê de haver trevas. As trevas funcionam para os
homens como uma escama, mas para Deus não faz diferença, pois Deus não precisa
da LUZ, haja vista que a LUZ fora feita para a CRIAÇÃO. Como está
escrito:
[...] nem as trevas são escuras para ti. A
noite brilhará como o dia, pois para ti as trevas são luz. [Sl 139.12]
Então,
a LUZ fora feita para nós:
Pois em ti está a fonte da vida; graças à tua luz, vemos
a luz. [Sl 36.9]
A Luz
vem a surgir pela necessidade que Deus teria de constituir a vida, quer nos
Céus, quer na terra, pois a vida é decorrente da Luz, pois a vida é a luz dos
homens [Jo. 1.4]. também os anjos são feitos de LUZ [2Co 11.14]. O próprio nome
[adjetivo e não substantivo] lúcifer quer dizer brilhante.
Deus
a se referir ao acusador por lúcifer, não o estava nominando, mas o
adjetivando. Muitos acham que lúcifer é o nome do satanás. Deus se referiria
assim a qualquer anjo, caídos ou não, pois todos são brilhantes, pois sua
essência é a luz.
A Luz
Deus
discerne todas as coisas, independentemente se a realidade é tenebrosa ou
iluminada. Mas, tendo consentido realizar a Criação, Deus dá o seguinte
comando:
HAJA LUZ; e HOUVE
LUZ
Nesse
momento a realidade da vastidão abissal mudou. Trata-se do vazio informe que não é mais tenebroso, mas, agora,
iluminado.
Com o
surgimento da LUZ, o que era apenas Deus, as Trevas e as Águas, agora são: DEUS,
AS ÁGUAS [jorrantes/vivas], O MOVIMENTO, O VERBO [ainda
que o verbo é Deus], e A LUZ.
O
ABISMO continua sendo abismo, mas não há
mais trevas sobre sua face. O abismo agora é um abismo iluminado. Toda a
vastidão está todo iluminada, não há canto do abismo onde não haja LUZ.
É a
partir daqui que se quebra tudo que se tem aprendido erradamente, pois há muito
que se dizer dessa LUZ, mas não sei se conseguirei, contudo, sigamos
adiante.
Característica da LUZ
A luz
é constituída de matéria própria, de massa específica, cuja característica nos
são ignoradas. Isso [que a luz tinha características físico-químicas próprias],
por outro lado, não era ignorado pelos antigos. O próprio Flávio Josefo [p. 75]
ao discorrer sobre a criação, há quase dois mil anos, vai dizer:
No princípio [...] Deus ordenou [...] que se fizesse a luz, e a luz apareceu imediatamente.
Depois de ter considerado essa MASSA, Deus separou a luz das trevas.
Às trevas chamou noite, e à luz dia, dando ao começo do dia o nome de manhã, e ao fim, o de tarde.
Foi ao primeiro dia que Moisés chamou ‘um dia’, e não ‘o primeiro dia’, por razões que eu poderia explicar [...].
[HEBREU, História dos. 1990. CPAD.
Tradução de Vicente Pedroso]
Percebeste,
essa LUZ tem um peso, uma densidade, uma MASSA característica. É uma Luz diferente dos raios luminosos que hoje nos são clareia pelo Sol.
Essa
luz, inauguradora da Criação, em nada se relaciona com a claridade que
experimentamos hoje através dos luminares, quer dos Luminares criados por Deus
[estrelas (dentre elas, o Sol); satélites (dentre eles, a Lua); asteroides;
etc] quer dos luminares humanos [lâmpadas; faróis; etc.], cuja claridade
decorre, na maioria deles, de uma fonte de calor ou eletricidade, emitindo
raios, ditos luminosos.
Se
fosse para caracterizá-la, estaria mais próxima de uma bioluminescência?
Talvez, mas, para não se errar, é preferível deixar que O Espírito Santos vos
ensine.
Quanto
ao comportamento, imagino que essa LUZ assemelha-se ao gás que se
espalha no ambiente até tomar a forma deste. Não é como um raio luminoso que
tende a percorrer seu caminho em linha reta até se esvair.
Se
hoje falamos em sombra, é porque os raios luminosos, a princípio, não fazem
curva. Essa LUZ, contudo, não tolera treva, escuridão, sombra,
lusco-fusco ou penumbra.
Como
eu disse, essa LUZ assemelha-se ao gás, tem densidade [massa] própria e
era autônoma.
A Separação da Luz das Trevas
Mas, se então essa LUZ não tolera as trevas, como Deus fez separação entre as LUZ e AS TREVAS? Se Deus fez separação, logo, as trevas ainda existiam.
É nisso no que muitos acreditam. Muitos pensam que a luz ficou em
cima e as trevas em baixo, ou que as trevas ficaram de uma lado e a luz do
outro. Mas não foi assim. Vejamos:
E viu Deus que era boa a luz;
e fez Deus separação entre a LUZ e AS TREVAS.
Percebe!
Deus disse: Haja Luz! Houve Luz, portanto, já não há mais trevas, as trevas ficaram
no passado, logo, essa separação não é espacial, mas temporal.
Antes eram AS TREVAS, agora é A LUZ, assim, para diferenciar esta daquelas,
Deus nomeou às Trevas como Noite e à Luz deu o nome de Dia.
A
própria forma como Deus divide seus Dias confirma o fato de não haver mais AS
TREVAS. Como se vê:
E Deus chamou à luz Dia; e às trevas
chamou Noite. E foi a TARDE e a MANHÃ, o dia primeiro.
Como
Deus não experimenta NOITE, haja vista AS TREVAS terem ficado no
passado, o Dia de Deus é dividido em TARDE e MANHÃ, ao contrário do nosso que é dividido em manhã
tarde e noite.
Percebe,
Dia, para Deus, não é o decurso de tempo como hoje os homens dividem-no,
contando-o em horas. DIA, para Deus, é o nome dado à LUZ e, por sua vez, Noite
é o nome dado às trevas, que já não existem diante de Deus, ficando no passado.
O
tempo da criação, então, é contado a partir do tempo de nascimento da LUZ, e é
dividido em manhã e tarde, pois é contado da ótica de Deus e não
da do homem.
Como
se viu, essa LUZ em nada tem a ver com a CLARIDADE que experimentamos através
da fonte de calor que é o Sol. Ouvimos dizer que O Sol tem luz própria, mas, na
verdade, ele tem uma energia que se desencadeia por fusão e fissão nuclear e
que produz calor, mas, num dia, essa energia se acabará.
Essa LUZ também não tem como ser do Sol, pois o Sol só veio a ser criado no QUARTO DIA DA CRIAÇÃO, e foi posto, junto com os demais astros no firmamento, na expansão e foi criado depois, inclusive, dos planetas, pois quando o Sol fora criado, Deus já tinha criado o planeta Terra.
A LUZ
primeira, na verdade, trata-se de uma LUZ autônoma e infindável, à semelhança do
oxigênio que existe no espaço, essa LUZ existe acima [fora] da expansão
[firmamento], acima do Universo.
Aqui,
tu, leitor, já percebes que as divisões em dias da narrativa da criação, não
está atrelada aos dias humanos, que são controlados pelo Sol e Lua, na
alternância de noite e dia, pois os Dias, ali, são estabelecidos a partir da
Luz absoluta, que não se apaga, sendo os dias da Criação [que vai além do Sol]
divididos em TARDE e MANHÃ, apenas para que a mente humana alcance o raciocínio
Divino.
Nos
dias da Criação não há noite, pois a Noite foi o nome dado às Trevas, que ficou
no passado.
Entendendo a LUZ
Caro
leitor, tu podes acreditar no que teu olho mostra-te ou no que te contam.
Luz é
o nome comum dessa luminância criada por Deus, mas seu nome próprio, dado pelo
próprio Deus, é DIA.
As
coisas podem receber nome que as identifique em razão de suas muitas
características, assemelhando-a ou dissimilando-a das outras coisas. Assim,
podem ser nominadas em razão de sua espécie, quando receberão o nome comum da
espécie a que pertence.
Por
exemplo, existem algumas substâncias que, devido a suas características, são
chamados de elementos químicos, mas, por terem comportamentos distintos e para
serem corretamente identificados, são batizados com nomes próprio. Ex.: hélio,
nitrogênio, boro, sódio etc.
Também,
nem todo felino é gato e nem todo gato é chamado de Bichento ou de Bichano.
Existe o nome que decorre da natureza das coisas, nome constitutivo, e o nome personalíssimo que é o que diferencia um ente de outro. Na Gramática, diz-se nome comum e nome próprio.
O nome comum da luminância ou daquilo que se lhe assemelha é LUZ. À primeira LUZ, porém, distinta das demais, Deus chamou-a de Dia.
Por
exemplo, Deus disse: Haja luminares, que são astros celestes, desde planeta a
estrelas. Porém, o nome próprio do nosso luminar maior é Sol, e do nosso menor
é Lua.
São
todos luminares, pois, apesar de terem constituição diferentes, tem a mesma
função determinada por Deus, servirem para estabelecer dias e estações. Hoje
sabemos que Vênus é um planeta, mas antes, era conhecida por Estrela D’alva,
pois, olhando da terra, todos parecem estrelas.
MAS ONDE ESTÁ A LUZ?
Agora
que já começamos a despertar, os já despertos perguntar-se-ão? Mas cadê essa LUZ?
É
agora que fica mais interessante. Eu falei que essa LUZ, pela narrativa
escriturística, assemelha-se, em comportamento, a um gás, como o ar que
respiramos, que preenche todo o ambiente. Mas por que então não a vemos mais?
Eu falei que A LUZ fora criada não por necessidade de Deus, mas por necessidade da Criação que surgiria. Porém, ao invés de Deus deixar essa luz de forma autônoma, espalhada pelo abismo, Deus a concentrou em Si, de forma que a Luz passou a de certa forma, constituir a própria pessoa de Deus.
Deus se vestiu da própria Luz que Ele criou. Como está escrito no Salmo 104.2:
Ele se cobre de LUZ como de um vestido, estende os céus como uma cortina.
Também em Daniel 2.22:
Ele revela o profundo e o escondido;
conhece o que está em trevas, e COM ELE MORA A LUZ.
Essa LUZ, hoje, é fisicamente INACESSÍVEL aos homens.
Isso pode ser confirmado pelas Escrituras:
Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na LUZ
INACESSÍVEL; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra
e poder sempiterno. Amém. [1Tm 6.16]
Também
em 1 João 1.5:
E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos:
Que DEUS É LUZ, e não há nele trevas nenhumas.
Então,
no princípio eram AS TREVAS, mas se Deus já tivesse consigo A LUZ ou se Ele fosse a
própria Luz, Ele não precisaria criá-la, nem as Trevas existiriam, mas, ao
criar a Luz, Deus também se fez LUZ.
Lembre!
Na nova Jerusalém não haverá noite, nem lâmpada nem Sol. Por quê? Porque Deus é
quem a alumiará. A nova Jerusalém será uma extensão do Céu [Ap. 21.2], e será
iluminada pela Luz que há no Céu e que está em Deus.
Como
também está em Isaías 60.19-20]:
Nunca mais te servirá o sol para luz do dia nem com o seu
resplendor a lua te iluminará; mas o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu
Deus a tua glória.
Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará;
porque o Senhor será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão.
Voltando da DIGRESSÃO
Precisamos
voltar às Águas, pois agora existem no abismo, no vazio não tão vazio, DEUS,
AS ÁGUAS, O MOVIMENTO, O VERBO e A LUZ.
Percebemos
que, no princípio, Deus criou OS CÉUS e
A Terra. Sabemos que os Céus são diferentes da Terra, mas ainda os Céus não
existiam, pois o ABISMO ainda não tinha sido dividido, isto é, estava inteiriço.
E é aqui onde tudo se separa, o que é Superior fica em cima e o que é Inferior
fica em baixo.
E
disse Deus: Haja uma EXPANSÃO no meio das águas, e haja separação
entre ÁGUAS E ÁGUAS.
Para
aquele que perguntou para onde a luz fora, aqui as Escrituras começam a te
responder.
Essa
expansão [esférica] não fará só separação entre as águas, mas separou também a
Luz. Acima da expansão ficaram a Luz e a maior parte das águas, abaixo da
expansão outra parte das águas.
O que
ficou acima [do lado de fora] da expansão foram a Luz e as águas. Estas darão forma às moradas
celestiais e a seus seres. Por sua vez, o que ficou abaixo [do lado de dentro] da expansão foi o restante das águas, que dará forma
ao universo. Todo o universo está dentro dessa expansão.
A FORMAÇÃO DOS CÉUS
No
início falei que o primeiro enunciado das Escrituras informa que Deus criou,
no princípio, os Céus e a Terra.
Focamos
muito na criação/formação da Terra, mas esquecemos que, quando a terra teve sua
formação iniciada, o Céu já estava pronto. Vejamos, Jó 38.4-7:
Onde estavas tu, quando eu fundava a terra?
Faze-mo saber, se tens inteligência.
Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes?
Ou quem estendeu sobre ela o cordel?
Sobre que estão fundadas as suas bases, ou
quem assentou a sua pedra de esquina,
Quando AS ESTRELAS DA ALVA juntas alegremente cantavam, e
TODOS OS FILHOS DE DEUS jubilavam?
Deus
pergunta a Jó onde este estava, quando Deus criava a lançava os fundamentos da
terra. Nesse momento, Deus informa que, enquanto eram lançados os fundamentos e
as medidas da Terra, as Estrelas da Alva e os Filhos de Deus cantavam e
jubilavam, respectivamente. Ou seja, os seres celestiais já tinham sido
criados.
Quem
são os Filhos de Deus, nesse contexto? Claro que os seres celestiais. Quem são
as Estrelas da Alva? Também os seres celestiais. E quem é a Alva? A Alva é
palavra utilizada para se referir a primeira luz do Dia, é, portanto, a PRIMEIRA
LUZ.
Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva!
O satanás, que tinha consigo a
primeira Luz, por isso chamado de filho da Alva, filho da primeira Luz.
Com
isso quero afirmar que quando Deus começou a lançar os fundamentos da Terra, os
Céus já estavam prontos. Assim, os Céus inauguraram o segundo DIA da criação e,
no decorrer do segundo dia, Deus os arrumou, povoando-o com os seres
celestiais, antes de iniciar a formação da terra.
Entre
o verso 8 e verso 9 de Gênesis, ocorreu a formação dos céus, seu povoamento, a
rebelião do satanás e muitas outras coisas. E isso ocorreu dentro de milhares
de anos. Pois um dia da Criação não é contado como um dia solar.
No princípio criou Deus os céus e a terra.
Porém
Deus não nos Deu detalhes de sua habitação nem da habitação dos seres
celestiais, dando-nos apenas detalhes da criação da terra.
Há
pessoas que pensam que os seres celestiais se resumem a anjos. Os anjos são
aqueles a quem Deus permite interagir com os homens, são os enviados
[missaticum]. Por isso eles tem o nome de anjos [mensageiros], pois trazem
consigo uma mensagem [mittere].
Mas
no céu existem animais, anciãos, seres/espíritos diversos [como querubins e
serafins (erroneamente chamados de anjos)]. A palavra anjo não denota uma
entidade, mas uma condição. Por exemplo, um ser humano encarregado de entregar
uma mensagem na guerra é chamado de mensageiro [missaticum (enviado); angelos],
mas ele é um ser humano/terreno. Um anjo mensageiro é um ser divino/celeste.
Os CÉUS
Repetindo:
No princípio criou Deus os céus e a
terra.
Os
céus a que se refere este primeiro versículo é diferente dos céus a que se refere
o verso 8 de Gênesis 1.º. Os céus referidos no verso 1 é o céu morada de Deus,
já os céus a que se refere o verso 8 é o nome dado à expansão, ao firmamento,
ao Universo que cobre o planeta terra.
No
Português não há uma outra palavra que possa distinguir o céu, morada de Deus,
e céu expansão. Já, no Inglês, o verso 1 céu é identificado como HEAVENS, já,
no verso 8, 15 e 20, céu é identificado como SKY.
Pense!
Pense! O céu de Deu não é eterno, também foi criado. Não temos os detalhes, mas
temos o momento. Se o céu [HEAVENS] fosse eterno, o Espírito de Deus não
estaria pairando sobre as águas da vastidão escura, mas estaria em sua morada.
Também
os seres celestiais não são eternos, mas foram criados, não temos os detalhes,
mas temos o momento. PENSE! Se Deus preparou morada para os homens [o mundo
cósmico], não prepararia morada para os celestiais e para Si?
Se os
céus e os celestiais já tivessem sido criados antes do “HAJA LUZ!”, Moisés
relataria a presença deles quando disse que O Espírito de Deus pairava sobre as
águas, pois o próprio Deus informa que, quando da formação da terra, os filhos
da alva estavam presentes.
Então,
a formação da terra propriamente dita só começa após à constituição da
expansão. Todas essas palavras não é para empurrar-te achismo, mas para
estimular-te a pensar.
Então
os céus de Deus estão acima da EXPANSÃO, fora desse Universo, no lugar da
morada da LUZ inacessível aos homens e onde flui um rio caudaloso que formam as
águas acima da expansão.
Então,
se céu fosse a atmosfera do planeta Terra, que é dito PRIMEIRO CÉU,
então toda as atmosferas dos demais planetas, satélites, estrelas e demais
astros também devem ser chamadas de céus. Então há bilhões de céus, não só
três, como dizem. Se fôssemos contar os do sistema solar, o céu da terra
nem seria o primeiro, mas o terceiro, pois antes do dela, há o céu de Mercúrio
e o céu de Vênus, sem contar o céu do Sol.
Mas
se os verdadeiros céus, estão acima do firmamento, ou seja, pala além do que
vemos, temos que entender que o firmamento não se refere à atmosfera, pois,
senão, todos os astros teriam um firmamento. Então Deus não teria feito apenas
um firmamento, mais bilhões dele.
Sendo
assim, os céus foram criados após Deus fazer separação entre o que seria a
morada dos homens e o que seria as moradas eternas, ou seja, as moradas eternas
foram criadas no SEGUNDO DIA DA CRIAÇÃO, após a criação da expansão e
antes do ajuntamento das águas debaixo da expansão.
No
primeiro dia, Deus cria a LUZ, que passará a constituir toda a criação, no
segundo dia, Deus cria a expansão e os celestiais.
A SEPARAÇÃO DE TUDO
E
disse Deus: Haja uma EXPANSÃO no meio das águas, e haja separação
entre ÁGUAS E ÁGUAS.
Nesse
momento Deus faz uma expansão no meio das águas. Que águas? Aquelas sobre as
quais o Espírito de Deus se movia.
Essa
expansão surge para separar o que ficaria dentro [abaixo] da expansão, o mundo
humano, e o que ficaria fora [acima] da expansão, o reino espiritual.
Pela
fé entendemos que OS MUNDOS pela palavra de Deus foram criados; de
maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. [Hebreus 11.3]
Se a LUZ
da qual falamos, criada no dia primeiro, ainda existe e não tem nada a ver com
os luminares, criados no dia quatro, por que ela não ilumina ainda? Sabemos que
ela ilumina e sabemos que ela está em Deus, acima da expansão, isto é, fora de
nosso Universo. É dela que são constituídos os seres celestiais.
O que
ficou dentro da expansão eram apenas as águas, porém, como o que ficou dentro
[debaixo] da expansão tornou ficou sem luz, Deus fez algo que pudesse imitar o
que já tinha no Céu, criou os luminares.
Esse
luminares servirão para fazer uma segunda separação entre o dia e a noite,
porém, agora a nível terreno, resumidamente, a nível do sistema solar. Todos os
outros luminares, ainda que haja estrelas maiores que o Sol, servirão, à luz da
narrativa escriturística, para auxiliar ao sistema solar, ajudando ao homem, na
separação de tempos e estações.
Tudo
o que existe dentro da expansão veio das águas que ficaram dentro dela. Imagine
a expansão como um GRAB de grãos. Quando o GRAB mergulha na
vastidão de grãos, ficam grãos dentro do GRAB e grãos fora do GRAB.
Gosso modo, com as devidas ponderações, foi a expansão.
É
como uma rede lança ao mar cheio de peixes, fazendo separação entre os peixes
dentro da rede e os peixes fora da rede. Quando a expansão fora estabelecida
por Deus, parte das águas que havia no abismo ficaram fora da expansão e outra
parte ficou dentro da expansão.
A
expansão não é a atmosfera, mas todo o Universo. Acima da expansão
continua o abismo, o restante das águas, a Luz e O Espírito de Deus.
O
Universo é apenas uma bolha flutuante, dentro da grande vastidão. Por sua vez,
o planeta Terra flutua dentro do Universo.
Imagem da expansão obtida no site da Revista Veja.
CARACTERÍSTICAS DAS TREVAS
As
trevas, assim como a LUZ, têm características próprias. O que vivenciamos no
universo não são trevas. Não há trevas no universo, o que há é escuridão.
As
trevas, assim como a LUZ, têm densidade própria. as trevas só podem ser
desfeitas pelas LUZ, não há como desfazer as trevas através de luminares.
Exemplo maior disso se deu quando as trevas tomaram contra do Egito, mediante
praga lançada por Deus. Como se vê:
Então disse o Senhor a Moisés: Estende a tua mão para o
céu, e virão trevas sobre a terra do Egito, trevas que se
apalpem.
E Moisés estendeu a sua mão para o céu, e houve trevas
espessas em toda a terra do Egito por três dias.
Não viu um ao outro, e ninguém se levantou do seu lugar
por três dias; mas todos os filhos de
Israel tinham LUZ em suas habitações. [Exôdo 10.21-23]
É
como se Deus lançasse aquela parte do Egito para fora dessa dimensão, ou
abrisse uma dimensão exterior sobre o Egito. A claridade provocada pelo Sol não
pôde afastar àquelas trevas. As trevas são a ausência do próprio Deus e só
podem ser afastadas pela Luz que nele há.
As
trevas não compreendem à LUZ, não interagem com ela.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a
compreenderam. [Jo 1.5]
Quanto
a isso, muito se tem para falar, porém este artigo ficaria cansativo, deixemos
para uma outra oportunidade.
CONCLUSÃO
Percebei,
este artigo não se utiliza de achismos, mas todas as informações aqui trazidas
foram respaldadas por passagens escriturística. Muitos se especulam sobre o
princípio das coisas, seguindo-se linhas meramente imaginárias e distantes da
Palavra.
Esse artigo não é dono da verdade, mas seu
mensageiro anda em verdade e com esta tem
compromisso.
Dizer
que o caos [o vazio e a informidade] foi causado pela queda dos anjos é
verdadeira elocubração. Não teria problema algum, não fosse elocubração sobre a
narrativa escriturística, mas o sendo, deve ser rechaçada.
Outras
imaginações são lançadas sobre a narrativa da Criação e cabe a cada um que com
ela se depare analisar seu fundamento escriturístico e ver até aonde é pura
imaginação do autor.
Quanto
às análises feitas por este Mensageiro, sei que podem ser aperfeiçoadas, e que
bom que o seja, pois a proposta aqui é despertar o espírito inquiridor dentro
de cada um de vós, para que não caiamos na cilada do satanás.
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