Os Inimigos do Homem serão Os de sua Casa
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Os Inimigos do Homem serão Os de sua Casa
As
Escrituras advertem-nos de que os inimigos do homem são os de sua própria casa:
familiares – irmãos, pais, filho, marido, esposa –. Essa informação revela uma
realidade sobrejacente a toda história humana manifesta pelas
escrituras
Como
exemplo primaz, temos a vida de Jesus, para com quem a questão da perseguição não
fora diferente. Para, então, se esclarecer o que se propõe, este artigo
começará pela exposição da passagem que narra o momento em que Jesus foi
chamado de “fora de si” por seus familiares.
Muitos,
de forma desapercebida, não captaram a perseguição que Jesus sofrera, mas as
Escrituras dizem-nos o seguinte:
Então Jesus entrou numa casa, e novamente reuniu-se ali
uma multidão, de modo que ele e os seus discípulos não conseguiam nem comer.
Quando seus familiares ouviram falar disso, saíram para apoderar-se dele, pois
diziam: "Ele está fora de si". E os mestres da lei
que haviam descido de Jerusalém diziam: "Ele está com Belzebu! Pelo
príncipe dos demônios é que ele expulsa demônios". [Mc 3.20.22]
Era
mais um dia no Ministério de Jesus. Nessa ocasião Jesus entrava em mais uma
casa, provavelmente a convite do anfitrião, que parece tê-los convidado para
comerem pão. Aconteceu, porém, que, tendo entrado Jesus e seus discípulos nessa
casa, acudiu também para lá uma grande multidão, provocando tamanho alvoroço,
de modo que Jesus e seus discípulos não conseguiram comer.
Se se
fizer um paralelo, percebe-se que, num outro momento, em outra casa, a presença
de Jesus também causara alvoroço, pois, ao saberem da localização de Jesus, logo
se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta cabiam; e
anunciava-lhes a palavra. [Mc 2.2]
Nessa
ocasião também havia escribas que alegaram blasfêmia da parte de Jesus, pois
Jesus perdoara os pecados de um paralítico. Agora, então, nesse segundo
momento, mais uma vez, a presença de Jesus causa alvoroço. Jesus atraía a
multidão e, com ela, os patrulheiros da lei, os escribas.
Ao verem
tudo o que ocorria [provavelmente expulsões de espíritos imundos] os escribas,
presentes no ajuntamento, caluniavam a
Jesus, ao afirmarem que os espíritos então expulsos se lhe sujeitavam por Jesus
está possuído pelo príncipe dos demônios.
Por sua
vez, os familiares de Jesus não se encontravam no ajuntamento, mas estavam em
seus lugares, porém, foram informados do que estava ocorrendo. Tomando ciência
do que se passava, seus familiares entenderam que Jesus estava como um transtornado
[fora de si], pelo que saíram para o levarem à força para
casa.
Assim,
enquanto seus familiares chamavam-no de transtornado [fora de si], os
mestres [escribas] diziam: [Jesus] está possuído por Belzebu!
Enquanto
os familiares de Jesus estão se dirigindo ao local do ajuntamento para o prenderem,
o texto narra a resposta de Jesus aos que diziam que ele estava com Belzebu. O
que se dá do verso 23 ao verso 30 de Marcos 3.
Após
isso, o verso 31 e 32 informam a chegada dos familiares de Jesus que tinham
saído para o prenderem:
Então chegaram a mãe e os irmãos de Jesus. Ficando do
lado de fora, mandaram alguém chamá-lo. Havia muita gente assentada ao seu
redor; e lhe disseram: "Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te
procuram".
Acredito
eu, Jesus sabendo pelo Espírito Santo que seus familiares estavam ali contra a
vontade de Deus, ou seja, para se lhe oporem, replica aos ouvintes o seguinte:
Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos? ",
perguntou ele. Então olhou para os que estavam assentados ao seu redor e disse:
"Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, este é
meu irmão, minha irmã e minha mãe". [Mc 3.33.35]
Com
essa resposta, Jesus não só responde quem são seus irmãos, como também, quem
não o são. Não o são todos aqueles que, por não entenderem a vontade do Pai,
não a praticam.
Portanto
os inimigos do homem são seus próprios familiares, isso é, decorrem de seu
próprio sangue. Foi assim, com Abel, com José, com Davi, com Jeremias, com
Jesus, e pode ser assim como todos aqueles que tiverem sua visão ampliada por
Deus para ver além daquilo que todos estão vendo.
Jesus e Seus Irmãos
Jesus
também não tinha paz para ficar perto de seus irmãos. Certa vez, estando junto
a seus irmãos, na Galileia, estes disseram-lhe:
sai daqui, [...] manifesta-te ao mundo. Porque nem seus
irmãos criam nele. [Jo 7.3-5].
Isso
mostra que O Filho do Homem, não tinha nem mesmo onde repousar a cabeça.
São
os familiares que dizem: está louco; sai daqui; lá vem o sonhador; bem conheço
a tua presunção, e a maldade do teu coração.
É
como Deus falou a Jeremias:
Porque até os teus irmãos, e a casa de teu pai, eles
próprios procedem deslealmente contigo; eles mesmos clamam após ti em altas
vozes: Não te fies neles, ainda que te digam coisas boas. [Jr 12.6]
Tudo
isso, para que se cumprisse, em Jesus, o que está escrito nas Escrituras, entre
elas, o em Miquéias: os inimigos do homem são os da sua própria casa. Pelo que
Jesus disse:
E assim os inimigos do homem serão os seus
familiares. Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim;
e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. [Mt
10.36-37]
Por
certo há muitos preocupados com sua imagem, com a imagem de sua família, com
sua reputação, com o nome até aqui construído, com seu ministério e, por isso
mesmo, quando alguém de seu meio, para que se cumpra a missão lhe incumbida,
dever se desviar do padrão desenhado pela família, esse alguém será
estigmatizado.
Imagina
o filho do Sacerdote Zacarias, instruído em toda a Lei, que resolveu renunciar a
tudo para morar no deserto e se vestir e comer como um miserável. Como não
ficou a imagem do ministério de Zacarias? Para Zacarias, em sua visão, o que
mais de valor João Batista pudesse fazer fosse realizar o sacrifício; mas Deus
tinha outro projeto para João, o Batista.
Imagina o que não pensou a família sacerdotal
de Isaías, quando este tivera que andar nu e descalço? Como não ficou a imagem
do ministério familiar de Isaías. Imagina o que os irmãos de Ezequiel pensaram
quando este tivera que cozer seu alimento sobre fezes de vaca?
Se
cada um desses homens fosse pensar em como ficaria a imagem do ministério de
sua família, hoje nenhum de nós teríamos o nome de Jesus em nossos lábios, pois
para que hoje pudéssemos estar vivo, alguém tivera que morrer, tivera que
contrariar aos seus, tivera que ser chamado de transtornado entre outras
coisas.
Como
disse o Apóstolo Paulo:
Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em
Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós vis. Até esta presente
hora sofremos fome, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos
pousada certa, E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos
injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos; Somos blasfemados, e
rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a
escória de todos. [1Co 4.10.13]
A Relação de Jesus e Sua Mãe, Maria
Como
diz as Escrituras, Jesus era sujeito a seus pais [Lc 2.51a]. O fato de isso
está escrito é de suma importância para que não haja dúvida quanto à sujeição,
obediência, de Jesus a seus pais terrenos, pois temos pessoas que julgam como
saber, mas ainda não sabem como o convém e, por isso mesmo, acabam por
transmitirem mensagens equivocadas quanto a esta questão.
Muito
do equívoco quanto ao entendimento de Jesus ser ou não sujeito, enquanto
criança, a José e a Maria, quando ele queria estar com seu Pai Celeste, decorre
da leitura deturpada da resposta dada por Jesus a seus pais quando estes,
depois de terem esquecido Jesus em Jerusalém, informam a Jesus que eles o
procuravam ansiosamente. Jesus, então, lhes responde:
Por
que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de
meu Pai? [Lc 2.49]
A
resposta de Jesus está longe de ser subversiva. Primeiro, como a própria
Palavra informa: Jesus era-lhes sujeito; segundo, a resposta revela mais uma
falta de conhecimento sobre o filho por parte dos pais do que uma afronta.
Se
alguém conhece a seu filho, saberá quais seus costumes, assim, diante de uma
situação de dúvida, a primeira ação a ser tomada deve ser baseada no
conhecimento pretérito.
Exemplificando:
uma criança A, tem, como amigo, uma criança B. Ambas as crianças costumam
estarem juntas cotidianamente. Supondo que ambas resolveram sair e se
atrasaram, quando do retorno. A primeira coisa que qualquer dos pais, quer de
A, quer de B, irá fazer é ligar um para o outro, para se saber se A está na
casa de B ou vice-versa.
Então,
Jesus, ao responder a seus pais, estava lançando no rosto deles a ignorância
quanto a quem era Jesus e para que propósito nascera. Provavelmente Jesus já
tivera dado sinais suficientes de que costumava estar ocupado com as coisas do
Pai Celeste, assim, o primeiro lugar que José e Maria deveria procurar a Jesus
seria na Casa de Deus, mas eles ainda não sabiam perfeito que Jesus
nascera para cuidar das coisas do Pai.
José
e Maria poderiam ter poupado esforço aflição se tivessem conhecimento perfeito
sobre Jesus.
O Conflito ente Jesus e Sua Mãe
Como
qualquer mortal, Maria tinha suas falhas, suas dúvidas, seus questionamentos,
suas precipitações e, por vezes, esses sentimentos tentavam interferir no
Ministério de Jesus.
Com o
relato do último tópico, percebeu-se que Maria, a agraciada por trazer o Filho
de Deus ao mundo, não tinha o entendimento perfeito sobre Jesus. Assim, a
própria Maria foi aprendendo sobre Jesus, ao longo do crescimento do menino.
É
fato, porém, que toda mãe se orgulha de ter um bom filho e quer para si esse
mérito, e às vezes, fazer com que as demais pessoas vejam como esse filho é
precioso. Percebe-se isso, quando Maria, leva uma demanda humana para Jesus, a
falta de vinho em uma festa de casamento. Por isso mesmo, fora repreendida, não
como um filho que responde a sua mãe, mas pelo simples fato de Maria, ali,
querer interferir na hora de Deus.
As
Marias querem fazer dos Jesus seu amuleto, seu animal de estimação, que faz
sempre o que a mamãe lhe pede. Porém Jesus não veio ser projeto pessoal de
alguém, pelo que replica: mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a
minha hora. Entenda a “minha hora” como a hora de meu Pai.
Não é
fácil para alguém que pôs uma dádiva no mundo, entender que a dádiva não lhe
pertence. Por isso, tentará fazer com que essa dádiva esteja o tempo todo sob
seus cuidados, seguindo suas orientações e, toda vez que essa dádiva fizer algo
que esteja fora do programado, será repreendida e tida como “fora de si”.
Os
pais são a imagem do próprio Deus, porém não são o próprio Deus, são apenas,
por um tempo, um aio para conduzir os filhos à maioridade. Porém, conduzido que
sejam os filhos à maioridade, cessa-se a responsabilidade dos pais sobre eles.
Porém,
os que não conseguem entender seu papel, estará sempre colocando seu filho em
posição de devedor, pelo simples fato de este ter vindo à vida, por intermédio
daqueles. Desse sentimento de dívida eterna nasce a idolatria a pai e mãe, que
são erigidos a seres intocáveis, de modo que qualquer filho que os contrarie
será tido como desonrado.
É
como, certa vez, uma mulher gritou a Jesus, da multidão:
Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que
mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e
a guardam. [Lc 11.27-28]
O
grito dessa mulher, decorre de uma ideia cultural, da qual filho algum consegue
alcançar determinado patamar, sem que isso seja atribuído a seus pais. É como
se os filhos não tivessem capacidade de caminhar por conta própria, devendo
sempre mencionar em seu caminho o quão importante foram seus pais em sua vida.
Segundo
aquela mulher, Maria era a razão de Jesus ser tão admirado em seu ministério.
Temos, porém, que aquela mulher se esquecera de que os filhos são “herança dO
SENHOR” e que o ministério de Jesus não decorria de vontade e projeto humano,
mas de Deus.
A
bem-aventurança que Maria teve mencionada para si por parte de Deus lhe fora
proferida pelo Espírito Santo, através de sua prima Isabel, quando esta lhe
disse:
Bem-aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor
lhe foram ditas. [Lc 1. 45]
Assim,
não decorreu de ela simplesmente ter trazido ao mundo o Filho de Deus, mas,
principalmente, do fato de ter crido na palavra que lhe fora falada pelo
Mensageiro Gabriel.
A
resposta de Jesus à Maria, quando na Cruz, dizendo: mulher, eis aí teu
filho; filho, eis aí tua mãe, transmite uma mensagem precisa sobre o
fato de o papel de Maria como mãe de Jesus Cristo homem. A mensagem informa
que, naquele momento, a relação de Maria com Jesus, na condição de mãe e filho,
estava findada, pois agora, Jesus passará a ser seu Senhor, não sendo mais seu
filho.
Os Homens de Deus e Seus Familiares
Desde
o princípio filhos se levantam contra pais e pais contra filhos. O primeiro
homicídio relatado nas Escrituras partira de um irmão se levantando contra o
outro, Caim matou a Abel. Fora da boca de Noé que saíram as maldições sobre Cam
e Canaã.
Era
Ismael quem zombava de Isaque, fora Jacó que enganara a seu Pai e, também, quem
fora jurado de morte por seu irmão Esaú. Foi José quem fora vendido por seus
irmãos como escravo. Foi um judeu que oprimia a seu irmão quando interpelado
por Moisés.
Falando
de Moisés, fora ele quem sofrera sedição de seus irmãos Miriam e Arão e que,
depois, juntamente com Arão, sofrera sedição da congregação de Corá.
Também
nos tempos dos Juízes e dos Reis, filhos se levantavam contra pais e pais
contra filho e irmãos contra irmãos. Foi Absalão quem se levantara contra Davi,
seu pai.
As
Escrituras estão cheias de relatos sobre levantes que são construídos dentro da
família, em razão do que Deus tem para a vida de um escolhido. Pois o propósito
de Deus para a vida de seus eleitos não consiste em satisfazer a vontade e as
expectativas de homem.
Percebe-se,
então, que o chamado de Deus sobre uma pessoa fará com que essa experimente de
Deus coisas inimagináveis, mas deve-se entender que, por outro lado, pessoas
não estarão nessa mesma dimensão. Por isso a pessoa escolhida será julgada,
pelos demais, segundo o ouvir dos ouvidos e o ver dos olhos e não pelo
Espírito.
O
SENHOR falou a Jeremias:
Porque até os teus irmãos, e a casa de teu pai, eles
próprios procedem deslealmente contigo; eles mesmos clamam após ti em altas
vozes: Não te fies neles, ainda que te digam coisas boas. [Jr 12.5]
O Homem e o Próximo
Mas,
não são somente os familiares que desacreditam e trabalham para desanimar o
chamado de alguém. Geralmente a resistência a alguém está atrelada a outro alguém
que lhe seja próximo, que lhe seja conhecido, pois é difícil para alguém
aceitar o crescimento de uma pessoa cujos defeitos e qualidades lhe são
conhecidos.
A professora
Lúcia Helena Galvão traz um ponto digno de atenção sobre o fato de algumas
pessoas darem tanta importância ao defeito de seu próximo. Segue abaixo um recorte da entrevista aos Nagles:
[...] um profeta não tem honra na sua própria pátria. [Jo
4.44]
O
conteúdo dessa mensagem não abrange apenas os correlativos sanguíneos, mas
todos aqueles que, de certa forma, faz parte da vida de determinada pessoa. Isso
porque, quando se entende que alguém bebera da mesma fonte, passara pelo mesmo
processo, teve os mesmo acessos e condições de uma outra pessoa, se espera que
os resultados sejam semelhantes para essas ambas.
Sendo
assim, quando uma dessas pessoas se destaca, difícil é entender o porquê. Como disse
Miriam a Arão:
Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou
também por nós? [Nm 12.2]
Ou como
Jesus também ouviu:
Não
é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e
de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele. [Mc
6.3]
Ou como
ouviu também Jó de seus amigos:
Que sabes tu, que nós não saibamos? Que entendes, que não
haja em nós? Também há entre nós encanecidos e idosos,
muito mais idosos do que teu pai. [Jó 15.9-10]
Isso
revela o que há muito já se tem entendido: que o ser humano é mais tolerante à
prosperidade dos que lhe são afastados, mas resiste à prosperidade dos que lhe
são próximos. Nesse mesmo sentido foi o que Salomão viu: que todo o trabalho, e toda a destreza em obras, traz ao
homem a inveja do seu próximo. [Ec 4.4]
O que
nesse tópico se põe pode ser percebido no que ocorrera diretamente sobre a vida
de Isaque:
E semeou Isaque naquela mesma terra, e colheu naquele
mesmo ano cem medidas, porque o Senhor o abençoava. E engrandeceu-se o homem, e
ia enriquecendo-se, até que se tornou mui poderoso. E tinha possessão de
ovelhas, e possessão de vacas, e muita gente de serviço, de maneira que os
filisteus o invejavam. [Gn 26.12-14]
Porém,
trabalhar essa questão requer lançar mão do tema “inveja”, o que fugirá ao propósito
deste artigo. Mas, para não se deixar um vazio sobre este ponto, deixarei uma
palestra do filósofo Leandro Karnal sobre a inveja.
Com isso, conclui-se que se deve ser forte para se viver o projeto de Deus. Por isso mesmo, Jesus veio dá-nos o exemplo, pois Ele mesmo sofreu todo tipo de perseguição, para que, por seu exemplo, pudéssemos suportar a momentânea tribulação do tempo presente, que não se compara com a glória que haverá de se manifestar logo, logo.
Deus É Fiel!
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