Os Pensamentos e Caminhos de Deus

Os Pensamentos e Caminhos de Deus É comum ouvirmos pessoas evangélicas se dirigirem a Deus com as seguintes palavras: "seus caminhos são maiores que os meus, e seus pensamentos são melhores do que os meus". Todos que se dirigem assim a Deus, ao que parece, tem por base uma única passagem da bíblia, a saber: Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos , nem os vossos caminhos os meus caminhos , diz o Senhor. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. [Is 55.8-9] Mas será que isto está evangelicamente correto? Será que esta mensagem é dirigida aos filhos de Deus? Já, em eu vos questionar, vos incito a voltar ao texto e, se fizerdes uma leitura mais detida, percebereis que a resposta é NÃO . Se a resposta à pergunta acima posta é não , podemos afirmar, então, que os pensamentos e caminhos dos filhos de Deus são iguais aos p...

Os Inimigos do Homem serão Os de sua Casa

Os Inimigos do Homem serão Os de sua Casa


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As Escrituras advertem-nos de que os inimigos do homem são os de sua própria casa: familiares – irmãos, pais, filho, marido, esposa –. Essa informação revela uma realidade sobrejacente a toda história humana manifesta   pelas escrituras

Como exemplo primaz, temos a vida de Jesus, para com quem a questão da perseguição não fora diferente. Para, então, se esclarecer o que se propõe, este artigo começará pela exposição da passagem que narra o momento em que Jesus foi chamado de “fora de si” por seus familiares.

Muitos, de forma desapercebida, não captaram a perseguição que Jesus sofrera, mas as Escrituras dizem-nos o seguinte:

Então Jesus entrou numa casa, e novamente reuniu-se ali uma multidão, de modo que ele e os seus discípulos não conseguiam nem comer. Quando seus familiares ouviram falar disso, saíram para apoderar-se dele, pois diziam: "Ele está fora de si". E os mestres da lei que haviam descido de Jerusalém diziam: "Ele está com Belzebu! Pelo príncipe dos demônios é que ele expulsa demônios". [Mc 3.20.22]

 

Era mais um dia no Ministério de Jesus. Nessa ocasião Jesus entrava em mais uma casa, provavelmente a convite do anfitrião, que parece tê-los convidado para comerem pão. Aconteceu, porém, que, tendo entrado Jesus e seus discípulos nessa casa, acudiu também para lá uma grande multidão, provocando tamanho alvoroço, de modo que Jesus e seus discípulos não conseguiram comer.

Se se fizer um paralelo, percebe-se que, num outro momento, em outra casa, a presença de Jesus também causara alvoroço, pois, ao saberem da localização de Jesus, logo se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta cabiam; e anunciava-lhes a palavra. [Mc 2.2]

Nessa ocasião também havia escribas que alegaram blasfêmia da parte de Jesus, pois Jesus perdoara os pecados de um paralítico. Agora, então, nesse segundo momento, mais uma vez, a presença de Jesus causa alvoroço. Jesus atraía a multidão e, com ela, os patrulheiros da lei, os escribas.

Ao verem tudo o que ocorria [provavelmente expulsões de espíritos imundos] os escribas, presentes no ajuntamento,  caluniavam a Jesus, ao afirmarem que os espíritos então expulsos se lhe sujeitavam por Jesus está possuído pelo príncipe dos demônios.

Por sua vez, os familiares de Jesus não se encontravam no ajuntamento, mas estavam em seus lugares, porém, foram informados do que estava ocorrendo. Tomando ciência do que se passava, seus familiares entenderam que Jesus estava como um transtornado [fora de si], pelo que saíram para o levarem à força para casa.

Assim, enquanto seus familiares chamavam-no de transtornado [fora de si], os mestres [escribas] diziam: [Jesus] está possuído por Belzebu!

Enquanto os familiares de Jesus estão se dirigindo ao local do ajuntamento para o prenderem, o texto narra a resposta de Jesus aos que diziam que ele estava com Belzebu. O que se dá do verso 23 ao verso 30 de Marcos 3.

Após isso, o verso 31 e 32 informam a chegada dos familiares de Jesus que tinham saído para o prenderem:

Então chegaram a mãe e os irmãos de Jesus. Ficando do lado de fora, mandaram alguém chamá-lo. Havia muita gente assentada ao seu redor; e lhe disseram: "Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te procuram".

 

Acredito eu, Jesus sabendo pelo Espírito Santo que seus familiares estavam ali contra a vontade de Deus, ou seja, para se lhe oporem, replica aos ouvintes o seguinte:

Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos? ", perguntou ele. Então olhou para os que estavam assentados ao seu redor e disse: "Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Quem faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe". [Mc 3.33.35]

 

Com essa resposta, Jesus não só responde quem são seus irmãos, como também, quem não o são. Não o são todos aqueles que, por não entenderem a vontade do Pai, não a praticam.

Portanto os inimigos do homem são seus próprios familiares, isso é, decorrem de seu próprio sangue. Foi assim, com Abel, com José, com Davi, com Jeremias, com Jesus, e pode ser assim como todos aqueles que tiverem sua visão ampliada por Deus para ver além daquilo que todos estão vendo.

 

Jesus e Seus Irmãos

Jesus também não tinha paz para ficar perto de seus irmãos. Certa vez, estando junto a seus irmãos, na Galileia, estes disseram-lhe:

sai daqui, [...] manifesta-te ao mundo. Porque nem seus irmãos criam nele. [Jo 7.3-5].

 

Isso mostra que O Filho do Homem, não tinha nem mesmo onde repousar a cabeça.

São os familiares que dizem: está louco; sai daqui; lá vem o sonhador; bem conheço a tua presunção, e a maldade do teu coração.

É como Deus falou a Jeremias:

Porque até os teus irmãos, e a casa de teu pai, eles próprios procedem deslealmente contigo; eles mesmos clamam após ti em altas vozes: Não te fies neles, ainda que te digam coisas boas. [Jr 12.6]

 

Tudo isso, para que se cumprisse, em Jesus, o que está escrito nas Escrituras, entre elas, o em Miquéias: os inimigos do homem são os da sua própria casa. Pelo que Jesus disse:

E assim os inimigos do homem serão os seus familiares. Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. [Mt 10.36-37]

 

Por certo há muitos preocupados com sua imagem, com a imagem de sua família, com sua reputação, com o nome até aqui construído, com seu ministério e, por isso mesmo, quando alguém de seu meio, para que se cumpra a missão lhe incumbida, dever se desviar do padrão desenhado pela família, esse alguém será estigmatizado.

Imagina o filho do Sacerdote Zacarias, instruído em toda a Lei, que resolveu renunciar a tudo para morar no deserto e se vestir e comer como um miserável. Como não ficou a imagem do ministério de Zacarias? Para Zacarias, em sua visão, o que mais de valor João Batista pudesse fazer fosse realizar o sacrifício; mas Deus tinha outro projeto para João, o Batista.

 Imagina o que não pensou a família sacerdotal de Isaías, quando este tivera que andar nu e descalço? Como não ficou a imagem do ministério familiar de Isaías. Imagina o que os irmãos de Ezequiel pensaram quando este tivera que cozer seu alimento sobre fezes de vaca?

Se cada um desses homens fosse pensar em como ficaria a imagem do ministério de sua família, hoje nenhum de nós teríamos o nome de Jesus em nossos lábios, pois para que hoje pudéssemos estar vivo, alguém tivera que morrer, tivera que contrariar aos seus, tivera que ser chamado de transtornado entre outras coisas.

Como disse o Apóstolo Paulo:

Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós vis. Até esta presente hora sofremos fome, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa, E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos; Somos blasfemados, e rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a escória de todos. [1Co 4.10.13]

 

A Relação de Jesus e Sua Mãe, Maria

Como diz as Escrituras, Jesus era sujeito a seus pais [Lc 2.51a]. O fato de isso está escrito é de suma importância para que não haja dúvida quanto à sujeição, obediência, de Jesus a seus pais terrenos, pois temos pessoas que julgam como saber, mas ainda não sabem como o convém e, por isso mesmo, acabam por transmitirem mensagens equivocadas quanto a esta questão.

Muito do equívoco quanto ao entendimento de Jesus ser ou não sujeito, enquanto criança, a José e a Maria, quando ele queria estar com seu Pai Celeste, decorre da leitura deturpada da resposta dada por Jesus a seus pais quando estes, depois de terem esquecido Jesus em Jerusalém, informam a Jesus que eles o procuravam ansiosamente. Jesus, então, lhes responde:

Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? [Lc 2.49]

A resposta de Jesus está longe de ser subversiva. Primeiro, como a própria Palavra informa: Jesus era-lhes sujeito; segundo, a resposta revela mais uma falta de conhecimento sobre o filho por parte dos pais do que uma afronta.

Se alguém conhece a seu filho, saberá quais seus costumes, assim, diante de uma situação de dúvida, a primeira ação a ser tomada deve ser baseada no conhecimento pretérito.

Exemplificando: uma criança A, tem, como amigo, uma criança B. Ambas as crianças costumam estarem juntas cotidianamente. Supondo que ambas resolveram sair e se atrasaram, quando do retorno. A primeira coisa que qualquer dos pais, quer de A, quer de B, irá fazer é ligar um para o outro, para se saber se A está na casa de B ou vice-versa.

Então, Jesus, ao responder a seus pais, estava lançando no rosto deles a ignorância quanto a quem era Jesus e para que propósito nascera. Provavelmente Jesus já tivera dado sinais suficientes de que costumava estar ocupado com as coisas do Pai Celeste, assim, o primeiro lugar que José e Maria deveria procurar a Jesus seria na Casa de Deus, mas eles ainda não sabiam perfeito que Jesus nascera para cuidar das coisas do Pai.

José e Maria poderiam ter poupado esforço aflição se tivessem conhecimento perfeito sobre Jesus.

 

O Conflito ente Jesus e Sua Mãe

Como qualquer mortal, Maria tinha suas falhas, suas dúvidas, seus questionamentos, suas precipitações e, por vezes, esses sentimentos tentavam interferir no Ministério de Jesus.

Com o relato do último tópico, percebeu-se que Maria, a agraciada por trazer o Filho de Deus ao mundo, não tinha o entendimento perfeito sobre Jesus. Assim, a própria Maria foi aprendendo sobre Jesus, ao longo do crescimento do menino.

É fato, porém, que toda mãe se orgulha de ter um bom filho e quer para si esse mérito, e às vezes, fazer com que as demais pessoas vejam como esse filho é precioso. Percebe-se isso, quando Maria, leva uma demanda humana para Jesus, a falta de vinho em uma festa de casamento. Por isso mesmo, fora repreendida, não como um filho que responde a sua mãe, mas pelo simples fato de Maria, ali, querer interferir na hora de Deus.

As Marias querem fazer dos Jesus seu amuleto, seu animal de estimação, que faz sempre o que a mamãe lhe pede. Porém Jesus não veio ser projeto pessoal de alguém, pelo que replica: mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Entenda a “minha hora” como a hora de meu Pai.

Não é fácil para alguém que pôs uma dádiva no mundo, entender que a dádiva não lhe pertence. Por isso, tentará fazer com que essa dádiva esteja o tempo todo sob seus cuidados, seguindo suas orientações e, toda vez que essa dádiva fizer algo que esteja fora do programado, será repreendida e tida como “fora de si”.

Os pais são a imagem do próprio Deus, porém não são o próprio Deus, são apenas, por um tempo, um aio para conduzir os filhos à maioridade. Porém, conduzido que sejam os filhos à maioridade, cessa-se a responsabilidade dos pais sobre eles.

Porém, os que não conseguem entender seu papel, estará sempre colocando seu filho em posição de devedor, pelo simples fato de este ter vindo à vida, por intermédio daqueles. Desse sentimento de dívida eterna nasce a idolatria a pai e mãe, que são erigidos a seres intocáveis, de modo que qualquer filho que os contrarie será tido como desonrado.

É como, certa vez, uma mulher gritou a Jesus, da multidão:

Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam. [Lc 11.27-28]

 

O grito dessa mulher, decorre de uma ideia cultural, da qual filho algum consegue alcançar determinado patamar, sem que isso seja atribuído a seus pais. É como se os filhos não tivessem capacidade de caminhar por conta própria, devendo sempre mencionar em seu caminho o quão importante foram seus pais em sua vida.

Segundo aquela mulher, Maria era a razão de Jesus ser tão admirado em seu ministério. Temos, porém, que aquela mulher se esquecera de que os filhos são “herança dO SENHOR” e que o ministério de Jesus não decorria de vontade e projeto humano, mas de Deus.

A bem-aventurança que Maria teve mencionada para si por parte de Deus lhe fora proferida pelo Espírito Santo, através de sua prima Isabel, quando esta lhe disse:

Bem-aventurada a que creu, pois hão de cumprir-se as coisas que da parte do Senhor lhe foram ditas. [Lc 1. 45]

 

Assim, não decorreu de ela simplesmente ter trazido ao mundo o Filho de Deus, mas, principalmente, do fato de ter crido na palavra que lhe fora falada pelo Mensageiro Gabriel.

A resposta de Jesus à Maria, quando na Cruz, dizendo: mulher, eis aí teu filho; filho, eis aí tua mãe, transmite uma mensagem precisa sobre o fato de o papel de Maria como mãe de Jesus Cristo homem. A mensagem informa que, naquele momento, a relação de Maria com Jesus, na condição de mãe e filho, estava findada, pois agora, Jesus passará a ser seu Senhor, não sendo mais seu filho.

 

Os Homens de Deus e Seus Familiares

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Desde o princípio filhos se levantam contra pais e pais contra filhos. O primeiro homicídio relatado nas Escrituras partira de um irmão se levantando contra o outro, Caim matou a Abel. Fora da boca de Noé que saíram as maldições sobre Cam e Canaã.

Era Ismael quem zombava de Isaque, fora Jacó que enganara a seu Pai e, também, quem fora jurado de morte por seu irmão Esaú. Foi José quem fora vendido por seus irmãos como escravo. Foi um judeu que oprimia a seu irmão quando interpelado por Moisés.

Falando de Moisés, fora ele quem sofrera sedição de seus irmãos Miriam e Arão e que, depois, juntamente com Arão, sofrera sedição da congregação de Corá.

Também nos tempos dos Juízes e dos Reis, filhos se levantavam contra pais e pais contra filho e irmãos contra irmãos. Foi Absalão quem se levantara contra Davi, seu pai.

As Escrituras estão cheias de relatos sobre levantes que são construídos dentro da família, em razão do que Deus tem para a vida de um escolhido. Pois o propósito de Deus para a vida de seus eleitos não consiste em satisfazer a vontade e as expectativas de homem.

Percebe-se, então, que o chamado de Deus sobre uma pessoa fará com que essa experimente de Deus coisas inimagináveis, mas deve-se entender que, por outro lado, pessoas não estarão nessa mesma dimensão. Por isso a pessoa escolhida será julgada, pelos demais, segundo o ouvir dos ouvidos e o ver dos olhos e não pelo Espírito.

O SENHOR falou a Jeremias:

Porque até os teus irmãos, e a casa de teu pai, eles próprios procedem deslealmente contigo; eles mesmos clamam após ti em altas vozes: Não te fies neles, ainda que te digam coisas boas. [Jr 12.5]

 

O Homem e o Próximo

Mas, não são somente os familiares que desacreditam e trabalham para desanimar o chamado de alguém. Geralmente a resistência a alguém está atrelada a outro alguém que lhe seja próximo, que lhe seja conhecido, pois é difícil para alguém aceitar o crescimento de uma pessoa cujos defeitos e qualidades lhe são conhecidos.

A professora Lúcia Helena Galvão traz um ponto digno de atenção sobre o fato de algumas pessoas darem tanta importância ao defeito de seu próximo. Segue abaixo um recorte da entrevista aos Nagles:



 Jesus disse:

[...] um profeta não tem honra na sua própria pátria. [Jo 4.44]

O conteúdo dessa mensagem não abrange apenas os correlativos sanguíneos, mas todos aqueles que, de certa forma, faz parte da vida de determinada pessoa. Isso porque, quando se entende que alguém bebera da mesma fonte, passara pelo mesmo processo, teve os mesmo acessos e condições de uma outra pessoa, se espera que os resultados sejam semelhantes para essas ambas.

Sendo assim, quando uma dessas pessoas se destaca, difícil é entender o porquê. Como disse Miriam a Arão:

Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? [Nm 12.2]

 

Ou como Jesus também ouviu:

Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele. [Mc 6.3]

 

Ou como ouviu também Jó de seus amigos:

Que sabes tu, que nós não saibamos? Que entendes, que não haja em nós? Também há entre nós encanecidos e idosos, muito mais idosos do que teu pai. [Jó 15.9-10]

 

Isso revela o que há muito já se tem entendido: que o ser humano é mais tolerante à prosperidade dos que lhe são afastados, mas resiste à prosperidade dos que lhe são próximos. Nesse mesmo sentido foi o que Salomão viu: que todo o trabalho, e toda a destreza em obras, traz ao homem a inveja do seu próximo. [Ec 4.4] 

O que nesse tópico se põe pode ser percebido no que ocorrera diretamente sobre a vida de Isaque:

E semeou Isaque naquela mesma terra, e colheu naquele mesmo ano cem medidas, porque o Senhor o abençoava. E engrandeceu-se o homem, e ia enriquecendo-se, até que se tornou mui poderoso. E tinha possessão de ovelhas, e possessão de vacas, e muita gente de serviço, de maneira que os filisteus o invejavam. [Gn 26.12-14]

 

Porém, trabalhar essa questão requer lançar mão do tema “inveja”, o que fugirá ao propósito deste artigo. Mas, para não se deixar um vazio sobre este ponto, deixarei uma palestra do filósofo Leandro Karnal sobre a inveja.



Com isso, conclui-se que se deve ser forte para se viver o projeto de Deus. Por isso mesmo, Jesus veio dá-nos o exemplo, pois Ele mesmo sofreu todo tipo de perseguição, para que, por seu exemplo, pudéssemos suportar a momentânea tribulação do tempo presente, que não se compara com a glória que haverá de se manifestar logo, logo.

 

 

Deus É Fiel!

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